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Vamos falar sobre…liderança transformacional com Karina Uchôa colunista do Imprensa Livre

O conceito original de liderança transformacional foi inspirado na definição de James MacGregor Burns (1918-2014) de liderança transformadora. Como cientista político Burns, fazia uma análise da liderança dos presidentes, buscando compreender suas ações e consequentemente como influenciavam seus seguidores.

Frases como “os bons líderes são aqueles que fazem seus subordinados agirem como se tivessem ouvido um ‘chamado’.”, ou ainda “Liderança Transformacional é um processo no qual “os líderes e seguidores ajudam uns aos outros a avançar para um nível mais elevado de moral e motivação”.”, fizeram de Burns uma referência no campo da liderança, pois hoje mais do que nunca fica claro que líderes que transformam ambientes em lugares mais agradáveis e estimulantes para desenvolver atividades são admirados e servem de inspiração para seus colegas e colaboradores.

Em nossa sociedade, qualidade de vida tem sido algo perseguido por muitos, mais do que remuneração apenas. A forma dinâmica com que desenvolvemos nosso projetos pessoais e profissionais, tem proporcionado um grande avanço no aperfeiçoamento de meios para quem ocupa posições estratégicas em empresas de todos os portes e startups.

O papel da liderança transformacional é buscar melhorias junto aos participantes da organização de forma colaborativa, sempre viabilizando questionamentos inovadores e críticos, pautando suas ações na responsabilidade social, ética e atitudes morais. A partir daí, identificar as potencialidade e fraquezas do empreendimento junto a equipe e realizar o planejamento estratégico com todos os elementos necessários para a busca de resultados com excelência.

Para isso, é necessário que as empresas e startups invistam em qualificação profissional e desenvolvimento de talentos e principalmente na qualidade de vida no trabalho, onde os profissionais sintam-se pertencentes ao negócio, com perspectiva de crescimento e construção colaborativa de oportunidades que é uma das marcas da sociedade em que vivemos atualmente.

Líder é diferente de chefe. Ocupar posições de destaque faz com que as pessoas estejam em vitrines e consequentemente expostas. É importante utilizar a inteligência emocional e aproveitar esse espaço para ser exemplo.

Seja líder! Não seja chefe! Colabore! Transforme!

Karina Uchôa, palestrante especialista em comunicação não violenta, gestão de conflitos, assédio moral e sexual e liderança.  Contato: kari.uchoa@gmail.com

 

 

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